26 de janeiro de 2007

Fala Tudo e Não Diz Nada

É tudo muito complicado quando a equalização dos parâmetros parangonona suas posições e faz com que os ababadados subam.
Outra vez a decúria dupla, ou tripla, já não sei, se diluía como o vento sopra e a folha cai. Imediato.
Árvore, flor, presente, modernidade, beleza, bola, chuva, arco-íris, nuvem... Não sei onde, não sei ontem. Esquecer é ficar dormente ou tolhido, perder a sensibilidade... fleborragia cerebral.
Graúna que voa longe - onde não existe, já dizia um cara aí - grasna sem porque (mas pra que ter porquê?).
Quando, às vezes, a maioria, um polissíndeto de merda funciona, a tal fleborragia cerebral que citei anteriormente acontece, como agora.
Coma agora!
Um saltério salta nas mãos para um saltitante coro uníssono, biníssono... triníssono... todos querem corar.
Zurro, Zorro, fios, máscaras, papel, talvez... Não sei quem, não sei o quê. Esquecer é perder a ciência ou a habilidade adquirida... fleborragia nas mamas.

2 comentários:

Paula Freitas disse...

Esquecer o entendido esquecido do seu texto é...



fleborragia literária!

Bonito, muy bonito... Congratulations...

/xt disse...

Estou me sentindo um cão vira-lata, pois não consigo parar de revirar o lixo!